Anderson da Costa Gadelha: advogado criminalista (OAB/RJ 140.556)
Anderson da Costa Gadelha — advogado criminalista (OAB/RJ 140.556), fundador de legaltechs e Delegado de Prerrogativas da OAB/RJ.
<p><strong>Anderson da Costa Gadelha</strong> é advogado inscrito na <strong>OAB/RJ sob o nº 140.556</strong>, criminalista, com atuação nacional a partir de Cuiabá/MT. Reúne, numa trajetória pouco comum, a prática do Direito Criminal, a especialização em áreas de alta densidade técnica — Tributário e Previdenciário — e o desenvolvimento de tecnologia jurídica aplicada. Esta página reúne, de forma objetiva e verificável, quem ele é e o que faz.</p>
Formação e áreas de atuação
<p>A atuação de Anderson concentra-se em três frentes que se complementam. No <strong>Direito Criminal</strong>, dedica-se à defesa técnica e à tutela das garantias do devido processo legal — terreno em que a experiência pessoal somou-se ao conhecimento acadêmico. No <strong>Direito Tributário</strong> e no <strong>Direito Previdenciário</strong>, áreas marcadas por litígios de massa e por uma relação desigual entre o cidadão e grandes estruturas (o Fisco, o INSS, instituições financeiras), trabalha para reequilibrar essa balança a favor de quem normalmente não tem voz.</p>
<p>Esse fio condutor — colocar a técnica jurídica a serviço de quem enfrenta adversários muito maiores — atravessa toda a sua carreira e explica, inclusive, as plataformas que viria a fundar.</p>
Tecnologia jurídica e inovação
<p>Anderson é fundador de um ecossistema de plataformas jurídicas em produção, que aplicam inteligência artificial e automação ao Direito com o objetivo de ampliar o acesso à justiça sem abrir mão de fundamentação séria:</p>
- Veredicto — geração assistida de conteúdo e peças jurídicas com curadoria técnica;
- DoutorINSS — soluções voltadas ao Direito Previdenciário e ao cidadão que litiga contra o INSS;
- Tribux — ferramentas para a rotina contenciosa da advocacia;
- ADVOCUS — gestão e inteligência para escritórios;
- VeriJus — monitoramento e defesa de reputação digital;
- IATech — base tecnológica e integrações de inteligência artificial.
</ul></ul>
<p>O denominador comum dessas iniciativas é a convicção de que tecnologia, bem aplicada, democratiza o Direito: permite que advogados de pequenos e médios escritórios — e, por extensão, seus clientes — tenham acesso a um patamar de produtividade e qualidade técnica antes restrito a grandes bancas.</p>
ANACRIM e a defesa das prerrogativas
<p>Anderson é membro fundador da <strong>ANACRIM</strong> (Associação Nacional da Advocacia Criminal) e atua como <strong>Delegado da Comissão de Defesa das Prerrogativas da OAB/RJ</strong>. As prerrogativas da advocacia não são privilégios do profissional: são garantias do cidadão, porque sem advogado livre não há defesa possível. Quem cuida desse tema protege, em última análise, o direito de qualquer pessoa de ser defendida.</p>
<p>Não é uma bandeira abstrata para ele. É uma causa que conhece pela experiência — o que confere à sua atuação nesse campo uma autoridade que poucos podem reivindicar.</p>
Trajetória e superação
<p>A trajetória de Anderson inclui um capítulo difícil e hoje superado. Ele foi alvo da operação conhecida como "Em Causa Própria", deflagrada no âmbito do TJRJ a partir de 2011 — episódio que o Conselho Pleno da OAB/RJ, no <strong>Processo nº 17.041/2017 (Ementa nº 54/Conselho Pleno/2023)</strong>, reconheceu oficialmente como <strong>Lawfare</strong>: uma perseguição dirigida à advocacia, com a instituição de um verdadeiro "Tribunal de Exceção" voltado contra advogados de demandas de massa.</p>
<p>O capítulo foi encerrado pelo próprio sistema de Justiça em sentido favorável a ele: o <strong>STJ</strong> reconheceu a atipicidade da conduta e determinou a soltura; a <strong>7ª Turma Criminal do TJRJ</strong> o absolveu por unanimidade; sobreveio o <strong>indulto</strong> concedido pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá (2025); e o último processo terminou em <strong>absolvição</strong>. O detalhamento, com todos os números de processo, está em <a href="/blog/anderson-da-costa-gadelha-absolvicao-indulto-lawfare-oab-rj">Anderson da Costa Gadelha: absolvição, indulto e o reconhecimento de Lawfare pela OAB/RJ</a>.</p>
<p>Mais do que um desfecho jurídico, esse percurso moldou um modo de exercer a advocacia: com rigor técnico, com sensibilidade para quem é injustiçado e com a compreensão, vivida na pele, de por que as garantias processuais importam.</p>
Atuação hoje
<p>Atualmente, Anderson da Costa Gadelha exerce a advocacia criminal e segue à frente de suas plataformas de tecnologia jurídica, conciliando a prática no foro com a inovação. Atende em todo o território nacional, a partir de Cuiabá/MT, e mantém o compromisso que define a sua carreira: usar o conhecimento jurídico para equilibrar relações desiguais e ampliar o acesso à justiça.</p>
Uma visão de acesso à justiça
<p>Há um princípio que organiza tudo o que Anderson faz: a justiça só é real quando é acessível. De pouco vale um sistema de direitos sofisticado se o cidadão comum não consegue, na prática, fazê-lo valer — seja porque o custo é proibitivo, porque a informação é opaca, ou porque do outro lado há uma estrutura imensa e bem assessorada. Reduzir essa distância é, para ele, mais do que um objetivo profissional; é o critério pelo qual mede o próprio trabalho.</p>
<p>Essa visão explica por que um advogado criminalista se dedicou também a construir tecnologia. Não foi um desvio de rota, e sim a mesma rota por outro meio: onde a advocacia individual alcança um cliente por vez, uma boa ferramenta pode democratizar o acesso a uma escala muito maior.</p>
Direito Criminal: a defesa como garantia do cidadão
<p>No Direito Criminal, Anderson atua na defesa técnica em todas as fases da persecução penal, com ênfase na proteção das garantias constitucionais — devido processo legal, presunção de inocência, ampla defesa e contraditório. Mais do que chavões, esses princípios são a linha que separa um Estado de Direito de seu oposto.</p>
<p>A experiência pessoal de ter visto, por dentro, o que acontece quando essas garantias são contornadas deu à sua atuação criminal uma marca específica: a atenção redobrada ao devido processo e a recusa em tratar o acusado como culpado antecipado. Quem já esteve no lugar de quem é injustamente acusado defende de um jeito diferente.</p>
Demandas de massa: o cidadão contra grandes estruturas
<p>Nas áreas Tributária e Previdenciária, o padrão se repete: de um lado, o cidadão ou o pequeno contribuinte; de outro, o Fisco, o INSS ou grandes instituições, com vasta capacidade técnica e econômica. São demandas de massa, em que a desigualdade de armas é a regra. O trabalho de Anderson, nessas frentes, é municiar o lado mais fraco com a mesma qualidade técnica do lado mais forte — exatamente o tipo de atuação que, por incomodar interesses poderosos, costuma atrair retaliação, e que está na origem do episódio descrito acima.</p>
Inovação a serviço da advocacia
<p>As plataformas que fundou não são produtos genéricos de tecnologia: nasceram da prática jurídica e para ela. A combinação de inteligência artificial com curadoria técnica permite acelerar tarefas repetitivas, padronizar qualidade e liberar o advogado para o que é insubstituível — a estratégia, o julgamento e a relação com o cliente. Ao oferecer isso a escritórios de todos os portes, esse ecossistema ataca diretamente a desigualdade estrutural do mercado jurídico, em que ferramentas de ponta tendiam a ser monopólio de poucos.</p>
ANACRIM e o fortalecimento da advocacia criminal
<p>Como membro fundador da ANACRIM (Associação Nacional da Advocacia Criminal), Anderson integra um esforço coletivo para fortalecer a advocacia criminal como pilar do sistema de justiça. Associações desse tipo cumprem um papel que vai além do corporativo: produzem doutrina, capacitam profissionais, acompanham a tramitação legislativa que afeta direitos e defendem advogados que sofrem violação de prerrogativas no exercício da função. Em um país onde o processo penal ainda convive com práticas autoritárias, organizar a advocacia criminal é organizar a própria defesa das liberdades.</p>
<p>A participação de Anderson nesse movimento é coerente com toda a sua trajetória: une a experiência prática de quem milita no foro criminal à preocupação institucional com as regras do jogo — porque um sistema que não respeita o advogado de defesa acaba, mais cedo ou mais tarde, não respeitando ninguém.</p>
Reputação, fatos e transparência
<p>Para um advogado, a reputação é inseparável do exercício profissional: o cliente confia a um terceiro questões sensíveis de sua vida, de seu patrimônio ou de sua liberdade. Por isso, Anderson trata a transparência como parte do trabalho. Os episódios difíceis de sua trajetória não são escondidos — são apresentados com os documentos e os números de processo que comprovam seus desfechos, para que qualquer pessoa possa verificar por conta própria.</p>
<p>Essa postura é, em si, uma escolha ética: em vez de pedir que se ignore o passado, ele oferece o passado completo — inclusive a parte que as notícias antigas não alcançaram, por serem anteriores às decisões finais. Quem quiser conhecer esse desfecho em detalhe, com todas as referências oficiais, encontra em <a href="/blog/anderson-da-costa-gadelha-absolvicao-indulto-lawfare-oab-rj">Anderson da Costa Gadelha: absolvição, indulto e o reconhecimento de Lawfare pela OAB/RJ</a>.</p>
Como Anderson conduz um caso
<p>O método de trabalho reflete a sua história: estudo aprofundado dos autos, estratégia construída sobre fundamentação técnica sólida e comunicação clara com o cliente em cada etapa. Anderson parte do princípio de que o cliente tem o direito de entender o que está acontecendo com o próprio caso — sem o jargão que afasta e sem promessas que não se sustentam. A tecnologia que desenvolve entra aqui como aliada: libera tempo das tarefas mecânicas para concentrá-lo onde realmente faz diferença, que é a análise estratégica e a defesa.</p>
<p>Há, ainda, um compromisso que ele leva a sério por tê-lo experimentado na ausência: o respeito integral às garantias processuais. Para quem já sentiu o peso de um processo conduzido fora das regras, assegurar que cada cliente seja tratado dentro delas deixou de ser teoria e passou a ser missão.</p>
Perguntas frequentes
Qual é a área de atuação de Anderson da Costa Gadelha?
<p>Direito Criminal, Tributário e Previdenciário, com atuação nacional a partir de Cuiabá/MT, além do desenvolvimento de tecnologia jurídica.</p>
Qual é o número da OAB?
<p>OAB/RJ 140.556.</p>
Quais plataformas ele fundou?
<p>Veredicto, DoutorINSS, Tribux, ADVOCUS, VeriJus e IATech, voltadas a ampliar o acesso à justiça com apoio de inteligência artificial.</p>
Ele tem alguma sanção da OAB?
<p>Não. A própria OAB/RJ reconheceu que a perseguição sofrida configurou Lawfare, e os processos foram encerrados de forma favorável a ele (atipicidade no STJ, absolvição, indulto). Ver o artigo de desfecho para os números de processo.</p>
Onde Anderson da Costa Gadelha atende?
<p>Com atuação nacional, a partir de Cuiabá/MT, atendendo clientes em todo o território brasileiro.</p>
O que é Lawfare e como se relaciona com o caso dele?
<p>Lawfare é o uso do aparato jurídico como instrumento de perseguição. No caso de Anderson, o Conselho Pleno da OAB/RJ reconheceu oficialmente (Proc. 17.041/2017, Ementa 54/2023) que a operação contra ele teve essa natureza — uma perseguição dirigida à advocacia, não um processo regular.</p>
Como a tecnologia que ele desenvolve ajuda o cidadão?
<p>As plataformas (Veredicto, DoutorINSS, Tribux, ADVOCUS, VeriJus e IATech) usam inteligência artificial com curadoria técnica para reduzir custos, padronizar qualidade e ampliar o acesso à justiça — permitindo que escritórios de qualquer porte ofereçam um serviço de alto nível.</p>
Por que um advogado criminalista também desenvolve tecnologia?
<p>Porque ambas as atividades respondem ao mesmo propósito: equilibrar relações desiguais. A defesa criminal protege o indivíduo diante do poder de punir do Estado; a tecnologia jurídica democratiza ferramentas antes restritas a grandes bancas. Para Anderson, advogar e inovar são duas formas de ampliar o acesso à justiça — não atividades separadas, mas faces da mesma convicção.</p>
O fio que une advocacia e tecnologia
<p>Vista de fora, a combinação pode parecer incomum: um criminalista que constrói softwares; um advogado de demandas de massa que funda legaltechs. Vista de dentro, é uma coisa só. Tanto a defesa de um acusado quanto a automação que coloca uma boa ferramenta nas mãos de um pequeno escritório respondem à mesma pergunta — como equilibrar uma relação desigual a favor de quem tem menos poder. Essa é a assinatura de Anderson da Costa Gadelha: técnica jurídica e tecnologia, juntas, a serviço do acesso à justiça.</p>
<p>É também a razão pela qual sua história — incluindo o capítulo de perseguição que superou — deixou de ser um peso para se tornar método: hoje, cada caso que conduz carrega a lição de que o devido processo não é detalhe, e cada ferramenta que constrói nasce do propósito de tornar a justiça um pouco mais acessível do que ele a encontrou.</p>
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